terça-feira, 16 de julho de 2013

Saudade

E lá se vão seis meses de saudade!
Parece clichê, mas só quem não tem mais mãe presente fisicamente consegue mensurar o vazio, que ainda existe em meu peito.
É bem verdade que com o passar dos dias a tristeza, se esvai, mas a saudade, eita... essa parece não ter fim!
Anda não me acostumei com a saudade, ela me entristece, faz o coração pesar e os olhos verterem lágrimas, já que meu lado humano ainda não se conformou com a separação física e astral que agora vivemos.
Mas tenho esperanças que com o senhor do tempo (que é um santo remédio), aumente minha fé e a crença que minha preta ainda viva, em outro plano astral e que como uma mãe zelosa que sempre foi, há de estar cuidando de todos nós; com seu olhar manso e braços acolhedores!
A saudade é finita, pelo menos neste mundo!
E, o amor une os mundos!
Obrigada, por tudo que fez e ainda faz por mim, Rozenita Coutinho Gualberto Ramos, minha mãe, minha preta!


Nenhum comentário:

Postar um comentário